1.7.09

Lily

Em verdade vos digo não sei a razão de não existir mais gente a falar da Lily Allen. E não estou a referir-me à vertente artística da coisa. Já era tempo de deixar de ser vista como "uma gaja toda fodida" para passar a ser vista como uma gaja que apetece foder. Introduzi-la na “agenda” de blogues e demais plataformas. Mas inexplicavelmente, e recorrendo a estudos por mim levados a cabo recentemente, um deles envolvendo até um paneleiro, a rapariga parece não produzir grandes efeitos na comunidade masculina. O que é uma injustiça. Peçam-me para fazer um top five das gajas boas da música britânica e eu enfio a Lily Allen num lugar de pódio. À frente daquela gaja dos Ting Tings de que toda a gente fala mas que eu ainda não percebi bem porquê. Só mesmo ela poderá arrastar-me, em meados de Agosto, para o pior cartaz de sempre de um festival de verão que é aquilo que o Sudoeste decidiu apresentar este ano. Mesmo que a história recente das suas performances aconselhe prudência nas expectativas. Em escuta ali ao lado fica “It´s Not Fair”. Pois não, Lily, pois não.

3 comentários:

Samuel Filipe disse...

Sim senhor, merece um olhar mais atento.

raquel disse...

um dos problemas desse tal festival é o número de gente a quem vendem os bilhetes.
gosto muito do mui técnico ar de "Já era tempo de deixar de ser vista como "uma gaja toda fodida" para passar a ser vista como uma gaja que apetece foder"
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qely disse...

Admiro as raparigas que não têm vergonha de mostrar o "behind". sabiam que as fotografadas na Maxmen e outras revistas do género receiam sempre essas fotos? Sei de fonte segura.