31.8.10

Tive aqui uma ideia que gostava de partilhar

Quem fizesse mais de 800 km em estradas nacionais e conseguisse sair ileso devia ter direito a prémios. Combustível mais barato ou assim. Lembrei-me disto agora.

19.8.10

Por vezes o amor é como uma linha de apoio técnico

Quando pensamos que vamos ter uma resposta percebemos que afinal é só para nos dizerem: "ainda está em linha, então aguarde mais um pouco por favor".

17.8.10

Em escuta ali ao lado



Sim, mesmo na segunda divisão. Sim, mesmo depois de levar cinco do Freamunde. Mas não se preocupem que sou uma jóia de pessoa.

16.8.10

O bebé na incubadora, all over again

Na festa do Pontal, Mendes Bota afirmou no seu discurso, dirigindo-se a Passos Coelho: "este homem vive em Massamá". E permanece assim o hábito de no PSD o líder acabar sempre insultado por um dos seus. Não há partido que resista.

12.8.10

Não vos quero incomodar mas gostava de partilhar aqui uma coisa com a estimada audiência

Há duas noites escutei um programa na Rádio Renascença, daqueles que apelam à participação do público, e ligou para lá um cavalheiro que defendeu que a solução "era pôr essa gente do rendimento mínimo a ajudar a apagar fogos". Achei querido.

10.8.10

Em verdade vos digo

Ninguém me tira da cabeça que o Zeca escreveu "Os Vampiros" depois de uma noite de engate que lhe correu mal.

5.8.10

Desportos radicais

Percorrer os concertos do Tony Carreira em Agosto com um cartaz do Tony de Matos e a frase: "There´s Only One Tony".

27.7.10

26.7.10

What we've got here is failure to communicate

Quando estiverem junto ao carro num estacionamento e surgir uma miúda a perguntar "vais sair", convém não responderem "por acaso não tenho nada planeado, onde é que estás a pensar ir"?. É que na volta ela está apenas a procurar lugar para estacionar e gera-se ali uma situação embaraçosa. Lembrei-me de partilhar isto com vocês.

19.7.10

Quiri-quiri quiri-quiri-quiri qui

Por vezes no amor fazia mesmo falta um Falâncio. Alguém que de megafone em punho incentivasse "luta luta camarada luta".

14.7.10

Citando

(...) um exemplo contemporâneo é a contaminação cruzada da língua amorosa com a língua amistosa ou social. Chama-se "meu amor" aos cabeleireiros. "Despacha-te, meu amor, que eu estou super atrasada". Quando "meu amor" é para toda a gente, todas as palavras do vocabulário amoroso são despromovidas. "Querido" já se usa como palavra agressiva: "Ó meu querido amigo, se você não tira já daí o carro...". Na Inglaterra, love you! já se usa mecanicamente ao telefone, para indicar o fim de uma conversa. Em Portugal, ainda não chegámos a esse ponto, mas já se diz "amo-te" com grande ligeireza, no sentido de "obrigado!" ou "fizeste exactamente o que eu queria obrigada!". Diante esta apropriação, o amorês é obrigado a carregar-se de bagagens suplementares. Se "amo-te" não quer dizer nada, é preciso acrescentar: "Amo-te. Mas é a sério. É amor mesmo; amor verdadeiro". O que estraga tudo, claro.

Miguel Esteves Cardoso, na edição de segunda-feira do "Público".

13.7.10

Let me kiss you (II)

Por cá ficamos à espera do dia em que o Eduardo espete um beijo na Cecilia Carmo.