30.7.09

Speed-dating (II)

Em raves tenham cautela com as miúdas que vos abordam e perguntam "queres meter alguma coisa"? É que normalmente estão apenas a referir-se a droga. Não criem falsas expectativas.

29.7.09

Ando a pôr o cinema em dia

Ontem vi "A Troca". Filme interessante. Cá para mim foi ela que matou o puto. O que lhe faltou foi umas lambadas bem metidas que ela acabava por confessar. Não sei o que pensam sobre isso. Era um debate possível.

22.7.09

É nestas alturas que penso estar a passar ao lado de uma grande carreira

Se trabalhasse para a Renault criava uma série Fox para a Megane. Seria um sucesso de vendas. Qual era o homem que não gostava de ter uma Megane Fox na garagem?

16.7.09

Show me the cameras

No concurso "Balls of Steel", transmitido na SIC Radical com o curioso nome de "Homens Temporariamente Sós", que ganha ainda mais sentido se tivermos em conta que no dito participam também mulheres, os concorrentes são desafiados a sair à rua e criarem situações reveladoras de alguma coragem ou ousadia. No único episódio que vi destacou-se uma jovem concorrente que decidiu sentar-se a uma mesa de um bar, meter conversa com um homem, convidá-lo a juntar-se a ela e, ao fim de meia dúzia de frases trocadas, convidá-lo a acompanhá-la a uma festa. Perante a resposta afirmativa a rapariga pede apenas um minuto para ir à casa de banho antes de sairem. Neste momento, ao levantar-se, finge uma deficiência nas pernas que a coloca muito próxima do Ministry of Silly Walks dos Monty Python. Aqui reside a natureza da prova: saber se o homem age como um cavalheiro e aceita na mesma sair com a rapariga ou aproveita a ausência dela na casa de banho para se pôr na alheta. É uma situação complicada para o homem e de certa forma lança a dúvida sobre o concurso: afinal quem está na posição de revelar coragem é a "vítima" e não tanto a concorrente. Perguntam-me o que faria se fosse comigo e a resposta não podia ser mais simples. Eu nunca estaria colocado perante uma situação daquele género. Até porque se alguma mulher metesse conversa comigo num bar, dissesse que achava-me giro e convidasse a sair com ela eu perguntaria imediatamente se era para os apanhados.

1.7.09

Lily

Em verdade vos digo não sei a razão de não existir mais gente a falar da Lily Allen. E não estou a referir-me à vertente artística da coisa. Já era tempo de deixar de ser vista como "uma gaja toda fodida" para passar a ser vista como uma gaja que apetece foder. Introduzi-la na “agenda” de blogues e demais plataformas. Mas inexplicavelmente, e recorrendo a estudos por mim levados a cabo recentemente, um deles envolvendo até um paneleiro, a rapariga parece não produzir grandes efeitos na comunidade masculina. O que é uma injustiça. Peçam-me para fazer um top five das gajas boas da música britânica e eu enfio a Lily Allen num lugar de pódio. À frente daquela gaja dos Ting Tings de que toda a gente fala mas que eu ainda não percebi bem porquê. Só mesmo ela poderá arrastar-me, em meados de Agosto, para o pior cartaz de sempre de um festival de verão que é aquilo que o Sudoeste decidiu apresentar este ano. Mesmo que a história recente das suas performances aconselhe prudência nas expectativas. Em escuta ali ao lado fica “It´s Not Fair”. Pois não, Lily, pois não.