12.2.09

Estas novidades sobre Kobe Bryant provocam-me uma ligeira irritação, mas não se preocupem não é nada de grave



Bryant (30 años y 171 días) superó por sólo 5 días a una leyenda como Wilt Chamberlain. Chamberlain necesitó sólo 606 partidos, mientras que Bryant, que llegó a la NBA directamente del colegio, sin pasar por la universidad, ha disputado 917 partidos con los Lakers para llegar a los 23.000 puntos.

O Kobe Bryant tornou-se no mais jovem atleta da NBA a atingir 23 mil pontos. Cautela com estes recordes. Não vá a nova geração pensar que está em causa algum jogador que seja merecedor de um lugar na galeria dos melhores de sempre. Que é um problema que não existirá certamente em Portugal. Isto porque alguém tratou de matar a modalidade neste país. Hoje em dia é mais provável ver dois putos a jogar xadrez na Escola Secundária do que às voltas com a tabela de basquetebol. Que ainda assim será uma realidade mais provável do que assistir a alguém jogar sueca, outra modalidade em declínio. Mas regressando ao assunto do post, aceito quem defenda que o problema não passe afinal de uma questão geracional. O de ter tido a felicidade de contactar com o basquetebol nos late 80´s / early 90´s, portanto assistir, com a ajuda do Professor João Coutinho e de um serviço público de televisão, a um desfile de talentosos jogadores. Há que reconhecer que a modalidade mudou e que nos tempos que correm o jogo facilita mais este tipo de proezas. Não é isso que está em causa no Kobe Bryant. Mas sim o facto de ainda ninguém ter conseguido transmitir-lhe que existe uma razão para outros quatro indivíduos estarem em campo com uma camisola igual à dele. São da mesma equipa. E parece que, volta e meia, também gostam de tocar na bola.

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